Darling Marine Center 06, September 2016 [EN/PT]

As part of my PhD, I am supposed to collect my study species in different places arround Europe and North America. Analysing genetic and morphological (roughly jargonless: anatomy) data of a given species provides insights about population connectivity (if they exchange genes or not), and allows indirect estimates of past climatic and geological events. Throughout my trip to the US, I will sample in Maine (east coast) and Washigton (west coast).

Today I leave the Darling Marine Research Center (Maine). It has been 10 loooong days – sampling and processing the samples at full speed. It is fun, but it gets tiring after a few days. Fieldwork requires hard (and somehow tedious) work – sampling in low tide (whether its noon or 6 a.m.), digging holes, collecting sediment (sand bags), transporting them to the lab, analysing it on the stereomicroscope (spoon by spoon) and fixing the animals on nasty chemicals.

In the end I bring some specimens home. But, most importantly, I bring enjoyment and good memories from Maine and Massachusets. Here is the view from yesterday, when I went outside and sat drinking a cider and enjoying the sunset. Time to move on to Friday Harbor (Washington state).

 

Parte do meu doutoramento envolve a colecção de espécimes da minha espécie de estudo em diferentes pontos na Europa e na América do Norte. Através de análises genéticas e morfológicas (jargão +/- traduzível para anatomia) permite-nos saber se as populações estão conectadas (se trocam genes) e permite-nos, de forma indirecta, estimar eventos geológicos e climáticos passados. Nos Estados Unidos, amostrarei na costa este, em Maine e na costa Oeste, no estado de Washington.

 

Hoje é dia de despedida – despeço-me do Centro de Investigação de Darling, em Maine. Foram 10 loooongos dias – a amostrear e a processar as amostras o mais eficientemente possível. É um trabalho divertido, mas também consegue ser um pouco entediante. O trabalho de campo é exigente – colecto sedimento durante a maré baixa (seja meio dia ou 6 da manhã), transporto-o para o laboratório e analiso-o (colher a colher) à lupa e fixo os animais em químicos não muito amigáveis.

No fim, o trabalho fica feito e trago espécimes para casa. Mas, mais importante, trago a boa disposição e as memórias de Maine e Massachusets. Fica uma foto da vista de ontem, quando me sentei a beber uma sidra e a ver o pôr-do-sol. Falta-me a costa oeste.

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